Neurofisio Intensiva
10/06/2019

Fonoaudióloga da Neurofisio Intensiva conclui curso sobre apraxia da fala

No último dia 1 de junho, a fonoaudióloga da Neurofisio Intensiva, Karla Lins, concluiu o curso do método MultiGestos, criado por duas Fonoaudiólogas, Cinthia Coimbra de Azevedo e Letícia Maria de Paula Silva, sobre o tema: Treino para apraxia de fala infantil, porém o método possibilita o trabalho com crianças que apresentem outros tipos de alteração de fala e também auxilia no processo de alfabetização infantil. Nessa oportunidade, as profissionais compartilharam suas experiências e conhecimentos com os seus pacientes.

Mas, e ai? Você sabe o que é apraxia? Sabe identificar se seu filho(a) possui? Se não sabe, não tem problema, nós te ajudaremos a entender!

A apraxia pode ser classificada de grau leve, moderado ou severo e pode estar relacionada com algum distúrbio neurológico (Síndrome de Down, Autismo, entre outros) ou pode aparecer em crianças atípicas.

Ela dificulta o desenvolvimento da fala, na qual a criança tem compreensão, tem intenção de se comunicar, sabe o que quer falar, porém não consegue dialogar. Isso porque atrapalha no planejamento e na organização de emitir os fonemas de forma adequada para que o ouvinte compreenda o que a criança quer falar.

Quanto maior a palavra ou frase, maior a dificuldade, pois o cérebro tem que planejar e mandar informações aos órgãos fonoarticulatórios para que a fala seja produzida e expressa de maneira correta.

Como funciona o tratamento? O fonoaudiólogo experiente na área faz o diagnóstico e logo em seguida traça um planejamento de tratamento para que a criança evolua e cada vez mais consiga articular e falar palavras novas com funcionalidade para o seu dia a dia.

O tratamento da apraxia de fala deve ser intensivo, por isso é de suma importância a participação da família na terapia, pois o fonoaudiólogo vai orientar para que o tratamento se estenda até em casa, assim como, na escola, para que a criança treine mais as palavras e consequentemente esteja sempre evoluindo. De acordo com Karla Lins, esse método tende a acrescentar muito na evolução dos seus pacientes para que eles sejam capazes de planejar a sua fala e serem compreendidos, tornando-os mais independentes em ambos os aspectos.   

 

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